Eleições Cláudio Carmona, 2jan2013
Quando ingressas na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa (FFUL), és envolto num conjunto de direitos e deveres. Ora, é precisamente sobre um desses direitos que aqui se pretende abordar: o direito ao voto.
Muito mais que a doutrina eleitoral e acima de tudo, muito mais que ma mera campanha, decide-se muito do que será o futuro d’ O Aluno. A sua representação, a sua voz, os seus direitos, os seus interesses, das suas preocupações, etc.
Por isso, não se limita a uma mera Mesa de Assembleia Geral, a um mero Conselho Fiscal e a uma mera Direcção da Associação de Estudantes da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, é, essencialmente, uma representação d’O Aluno.
Da minha parte, gosto de considerar que votar, não se trata somente de um direito, mas também um dever. É importante que eu participe e intervenha de todas as formas que me foram disponibilizadas para assim a assegurar que eu, aluno 7461 da FFUL, tenha a melhor representação e, assim consequentemente, construir uma melhor condição de Aluno, a tantos diferentes níveis. Posto isto, é natural que votar não seja somente um direito, mas também um dever, é imperativo que cada um exerça o seu direito, por forma a criar cada vez mais um Aluno com uma posição mais forte.

Uma campanha intensa e fenomenal, como a que se verificou este ano, só demonstra que cada vez mais, há todo um empenho e dedicação para elevar O Aluno e mostrar o que de melhor este tem. Aliado ao momento que se vive, bem como da conjuntura actual, é gratificante ver o esforço saudável e competitivo para trabalhar para um bem comum a todos: o melhor para os alunos. Daí ser imperativo que O Aluno ajude neste processo de criação e cada vez mais se faça ouvir e participe, sempre que tiver hipótese.
Para finalizar e sem cair na lição do princípio eleitoral, algo já bastante esmiuçado durante os dias de campanha do presente Ano Lectivo, gostava de acabar acrescentar algo ao primeiro parágrafo que escrevi. Em vez de direito de voto, prefiro “direito e dever de voto”. E como comunicação também é apelo, enquanto aluno, assim como eu, faz ouvir a tua voz, participa, intervêm. Crescer é mais fácil e produtivo se for um processo colectivo e não individual.

